sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Sem dieta, exercícios físicos não ajudam a reverter a obesidade

Pesquisa inglesa diz que não há perda de peso sem redução de consumo de comida

Quem está acima do peso e acredita que exercícios podem deixá-la magra está vivendo uma ilusão. Só uma dieta a longo prazo leva a uma perda significativa de peso, segundo um estudo divulgado na Inglaterra.

A crença de que exercícios podem ser usados para combater a epidemia de obesidade está errada porque, diz o estudo, só treinos muito longos e intensos têm algum impacto sobre o peso.

"A única maneira de reverter a obesidade é reduzir a ingestão de comida", afirmou o professor John Speakman, da Universidade de Aberdeen, na Inglaterra.

"É importante que os governos percebam que, se quiserem estimular a perda de peso, é melhor divulgar práticas de alimentação saudável e não a prática de exercícios", disse Speakman.

Uma em cada cinco pessoas na Inglaterra são obesas, e 61% da população está acima do peso. [No Brasil, o sobrepeso já atinge quase a metade da população.]

Speakman, que é diretor do instituto de ciências biológicas e ambientais em Aberdeen, apresentou suas conclusões no British Science Festival, na Inglaterra.

Ele afirma que o senso comum sobre obesidade está errado, porque seus estudos mostram que os níveis de atividade física mudaram pouco nos últimos 25 anos. Já o consumo de calorias subiu um terço, para 3.500 por dia.

"Para perder 300 calorias de um sanduíche, uma pessoa teria que correr por uma hora. Para reduzir o peso de um obeso para níveis normais, seria necessário que ele caminhasse por quatro ou cinco horas por dia." 
Fonte: Folha de São Paulo


quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Diagnóstico de deficit de atenção divide especialistas

Parte dos psiquiatras diz que números do transtorno são superestimados

Segundo psicólogo holandês que veio ao Brasil discutir o tema, não tratar a doença traz riscos para crianças

O transtorno de deficit de atenção e hiperatividade (TDAH), distúrbio que prejudica o aprendizado de crianças, tem provocado intensa polêmica no meio médico. Segundo estimativas publicadas pela ABDA (Associação Brasileira de Deficit de Atenção), cerca de 5% dos jovens são portadores do distúrbio, mas um grupo de especialistas critica o que chama de "superdiagnóstico da doença" e as formas de lidar com os sintomas.

Convidado para um simpósio internacional sobre TDAH realizado neste mês pela Universidade Federal de São Paulo, o psicólogo Joseph Sergeant, da Universidade Vrije, Holanda, afirma que o transtorno deve ser tratado o mais rápido possível.

"Um jovem portador de TDAH que não desenvolveu todos os seus potenciais por falta de tratamento pode nunca atingir objetivos como ingressar numa universidade", afirma. Sergeant diz que os médicos são mal preparados para detectar o transtorno. "A medicina é setorizada e o transtorno é multifatorial. Não há especialidade que domine todas as áreas envolvidas no problema."

SUPERDIAGNÓSTICOS

Para Marilene Proença, conselheira-presidente do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, o problema é outro. Ela diz que há uma "onda de superdiagnósticos" em curso, "feitos de forma subjetiva e sem comprovação científica".

Segundo a psicóloga, muitos dos sintomas atribuídos ao transtorno, como agitação, distração e dificuldade de planejamento, são respostas da criança ao ambiente ou até uma inadequação aos métodos de ensino da escola.

Maria Aparecida Moysés, professora de pediatria da Unicamp, engrossa o coro: "Eu não estou nem mesmo convencida de que [o TDAH] seja uma doença. Não há nenhuma comprovação neurológica disso", afirma.

Mas, para um grupo considerável de psiquiatras, não se pode duvidar da existência do distúrbio e nem mesmo desprezar seus sinais.

O psicólogo holandês Sergeant afirma que o diagnóstico correto não leva em conta só a presença dos sintomas, mas o quanto eles prejudicam a vida da pessoa.

"Há pesquisas indicando que portadores do transtorno têm tendência de se tornar alcoólatras ou se envolver com drogas e criminalidade."

Para Maria Conceição do Rosário, professora de psiquiatria da Unifesp, as posições contrárias à caracterização da doença não passam de escolhas políticas: "Existem mais de 17 mil artigos científicos publicados sobre o transtorno. Não dá pra dizer que não existe".

SUBMISSÃO QUÍMICA

Raul Gorayeb, colega de Rosário no Departamento de Psiquiatria da Unifesp, discorda dessa opinião.

"A atenção das pessoas varia conforme o interesse delas e querer transformar isso no diagnóstico de uma doença é um absurdo", afirma.

Gorayeb vê problemas na prescrição da Ritalina, remédio usado no tratamento do transtorno, que pode ter efeitos colaterais graves: "O metilfenidato [componente da Ritalina] é derivado da anfetamina, tem todos os efeitos da anfetamina".

Sergeant rebate: "A medicação não é a única forma possível de tratamento, mas em casos mais severos, é a mais recomendada".

A pediatra Maria Aparecida Moysés vê na medicação uma forma de controlar as crianças: "Aqueles que têm comportamentos diferentes passam a ser contidos, nem que seja quimicamente", diz.

Segundo ela, os efeitos dos remédios nas crianças são, na verdade, reações adversas a eles: "A criança fica tranquila, quieta, presta atenção, mas isso é sinal de toxicidade da medicação e não um efeito terapêutico".

Para Rosário, da Unifesp, não é possível desprezar os fatores biológicos do transtorno, ainda que o ambiente exerça influência sobre o comportamento da criança. 
Fonte: Folha de São Paulo

OBJETIVO DO BLOG DA UNO FARMA



Acessem http://unofarmaararuama.blogspot.com  Blog prático, com o objetivo de trazer nossas promoções, notícias, novidades da área da saúde e ramo farmacêutico com suas inovações e lançamentos. A equipe da UNO FARMA aguarda sua visita!

NOSSO TELEFONE DE ENTREGA

Álcool e cigarro podem retardar o início da puberdade

O consumo precoce de álcool e cigarros pode atrasar o início da puberdade. Isso é o que sugere um estudo da Universidade de Oklahoma, nos Estados Unidos, que avaliou informações de 3.106 meninas com idades entre 11 e 21 anos.

As que experimentaram as substâncias antes da puberdade tiveram um risco quatro vezes maior de apresentar atrasos no desenvolvimento dos seios, entre outros.

Segundo os autores, quando a puberdade ocorre após os 13 anos, há mais risco de a menina crescer menos e de seus ossos ficarem mais fracos.

Estudos com animais sugerem que o consumo de álcool e cigarro cedo demais afeta níveis hormonais. 
Fonte: Folha de São Paulo

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Brasil é 2º maior produtor de tecnologia médica

O Brasil é o segundo maior produtor de equipamentos e tecnologia médica entre os países emergentes, perdendo apenas para a China. A constatação é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que anteontem publicou seu primeiro levantamento sobre o setor. Segundo o relatório, as empresas brasileiras venderam US$ 2,6 bilhões em 2009.

No documento, a OMS afirma que a inovação na medicina significa também a criação de instrumentos baratos e eficientes para o diagnóstico e o tratamento de doenças. 'A indústria de aparelhos médicos tem em suas mãos a grande promessa para a saúde pública', afirmou Margaret Chan, diretora da OMS.

O relatório diz que o controle sobre o setor está nas mãos de países ricos. Europa e EUA vendem quatro de cada cinco aparelhos comercializados no mundo, em um mercado anual de US$ 210 bilhões. Só os EUA vendem por ano US$ 91,3 bilhões - 40% do mercado. O Japão vem em segundo (US$ 22,7 bilhões).

Pela primeira vez, países emergentes surgem como atores desse comércio. A China vem em primeiro, com vendas em 2009 de US$ 6,1 bilhões, na frente de tradicionais fabricantes como Suíça e Itália. 
Fonte: O Estado de São Paulo

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

ENCARTE DO MÊS - OFERTAS IMBATÍVEIS








Aperto de mão firme indica que a pessoa vai viver mais, diz estudo

Cientistas da University College London, Inglaterra, concluíram que pessoas com aperto de mão forte estão propensas a viver por mais tempo do que aquelas cujo cumprimento é fraco.

Segundo apontou a pesquisa, os índices de mortalidade eram 67% maiores entre aqueles com aperto fraco se comparados aos que cumprimentam com as mãos mais firmes. O estudo levou em conta mais de 30 pesquisas que já haviam sido realizadas, associando a capacidade física à mortalidade. A maioria dos pacientes analisados era maior de 60 anos.

Além da firmeza no aperto de mão, outros dados como a habilidade para se levantar de uma cadeira, capacidade de se equilibrar em uma perna só e velocidade para caminhar foram analisados.

Em todos os casos, aqueles que tinham os piores resultados estavam mais suscetíveis a ter uma morte prematura.

Os que andavam mais lentamente, por exemplo, tinham o triplo de chances de morrer se comparados aos que conseguiam andar mais rápido.

No caso do cumprimento de mão, as diferenças nos índices de longevidade foram notadas até em quem tinha menos de 60 anos e que não apresentava sinais de saúde precária.

Os cientistas esperam que com esses testes simples possam detectar pacientes de risco com mais facilidade. 
Fonte: Folha de São Paulo

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

PROMOÇÃO CEPACOL!!


PROMOÇÃO IMPERDÍVEL!
VENHAM CONFERIR EM UMA DE NOSSAS LOJAS,
PREÇOS IMBATÍVEIS!

sábado, 4 de setembro de 2010

ENCARTE DO MÊS